Cláudio Gonçalves
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Automatizar a Gestão de Patches SCCM via PowerShell

Automação em PowerShell dos anos de Administrador de Servidores (2013–2018) uniformizou a gestão de patches via SCCM e, segundo consta, reduziu o trabalho manual em cerca de 30% — este registo apresenta esse número com a mesma reserva da sua única fonte.

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Contexto

Como Administrador de Servidores na Angola LNG (2013–2018), geri o Active Directory para mais de 500 utilizadores, par a par com controlos de segurança, gestão de patches via SCCM, suporte a servidores de aplicações SAP, e DNS e serviços de domínio externo — tudo a sustentar operações que funcionam a toda a hora.

Responsabilidade

A conformidade de patches e a carga de trabalho manual nesse parque estavam a meu cargo. O mesmo cargo levou também a migração de Windows Server 2008 e 2008 R2 para 2016 em 2017 — um grande programa que teve de tocar em tudo ao mesmo tempo sem parar uma instalação que funciona 24 horas por dia.

Método

Construí automação em PowerShell para uniformizar a gestão de patches via SCCM em todo o parque de Active Directory, em vez de a correr sistema a sistema — trabalho da mesma fase de cinco anos que incluiu também o programa completo de migração dos servidores.

Limitação

O número de eficiência é uma das poucas cifras em registo deste período, e está com reserva por uma razão: não consigo situá-lo num ano específico dentro da fase de cinco anos, e 2014 a 2016 continuam a ser um único bloco indiferenciado, e não três histórias confirmadas. Este registo apresenta o número exactamente com a mesma reserva da própria Crónica — automação que, segundo consta, reduziu o trabalho manual em cerca de 30 por cento, não uma cifra confirmada.

Resultado

A mesma prática — automatizar trabalho técnico em vez de o repetir à mão — é aquilo que o pilar de Automatização e DevSecOps nomeia directamente hoje, formalizado anos depois pela credencial Cloud Security and DevSecOps Automation do SANS Institute, concluída em Junho de 2025.

Tudo o que aqui está já aparece, nas mesmas palavras ou muito próximo delas, na Crónica (capítulos de 2014 a 2017) e no currículo publicado — nada de novo ou confidencial é acrescentado. O número de eficiência mantém a mesma reserva da sua única fonte: "segundo consta", sem data a um ano específico.